Financiar a casa própria ou alugar: uma ficção financeira reveladora ( e assustadora) 

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Se faz intuito financiar, seja feliz. Se faz intuito alugar, seja feliz similarmente. O que não vale é optar sem provocar o máximo de varáveis em conta.
Ave colega leitor, tudo bem? A partir de que me conheço por gente, escuto a princípio “No lugar de pagar arrendamento, prefiro pagar a bocado do financiamento” e todas as variações possíveis, do tipo “ arrendamento é um dinheiro que não volta, vai para o lixo ”, “financiamento similarmente é ruim, porém ao menos estou pagando uma coisa que é meu ” e por aí vai. A dúvida que eu faço na sequência é: será mesmo?
Este assunto constantemente pleito muita abalo e polêmica, por vários causas, a partir de culturais até a falta de entendimento. Dessa forma, vou experimentar não ser simplista e ocultar as variáveis mais essenciais.
É preciso realçar que é improvável abordar todos os componentes desse assunto, dessa forma possuimos que nos deter a médias e índices do mercado para servir ao objetivo de ilustrar nosso malogro.
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Vale à pena financiar um inabalável?
A resposta direta à dúvida “É possível substituir o arrendamento pelo financiamento?” é um acorde não. Ao menos, não o mesmo inabalável. É fundamental que comparemos “maçãs com maçãs e laranjas com laranjas”. Porém o que ocorre geralmente é que se comparam negócios totalmente distintos a fim de comprovar um ponto de ideia que não se preserva.
O que quero expressar é que as indivíduos olham apenas para a bocado, sem observar quanto foi datado de chegada, se o inabalável adquirido é do mesmo padrão daquele alugado, esforço de chance e mais componentes puramente lógicos e matemáticos que precisam ser analisados.
Nesse post, não vou anunciar do elemento emocional que precisa ser robusto e é uma coisa bastante singularidades – o vídeo embaixo eu abordo precisamente este ponto. O propósito aqui é abordar a discórdia puramente financeira que, independente das crenças, precisa ser ao menos colocada na equação final da decisão.
https://www.youtube.com/watch? cousa =XeLsfBKicvM
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Fazendo as comparações certas
Não basta somente comparar “maçãs com maçãs”. É fundamental que seja “a mesma maçã”, combinado? Vamos utilizar o malogro de um inabalável de R$ 400 mil. Se você possui FGTS para utilizar na compra, além de reservas para permitir de chegada, isto entra em outro hora da controvérsia, uma vez que o feito de estar reduzindo a bocado com uma chegada maior não significa que não está pagando.
Simulando este financiamento no site da Caixa Econômica, aqui tendes o que possuimos:
A bocado mais barata principiante é de R$ 3.310,01 e a final é aproximado para todas as opções. Veja que há constantemente um sem riscos encastoado ( sem riscos prestamista), que serve caso haja um dificuldade para pagar o financiamento ( morte, redução de emprego ). Distribuição casada? Nem sequer vamos entrar nesse virtude (dessa vez ).
Se fizermos uma “continha de bunda ” para achar a bocado média, daria uma coisa cerca de R$ 2.100,00 ( bem de bunda mesmo ). Some-se a isto o esforço de chance dos R$ 120 mil de chegada, que poderiam estar aplicados no Repositório Selic por 14,25% a.a.. Tirando o Imposto de Renda ( porcentagem mínima, datado o tempo do financiamento), você teria uma rentabilidade bruta de 12,1%. Porém vamos deixar isto de fora por enquanto.
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Dessa maneira, de ironia, possuimos uma bocado média de R$ 2.100,00. Por outro lado, o arrendamento residencial varia de 0,3% a 0,5% do valor de mercado do inabalável. O feito é que, em média, não passa de 0,4%. Dessa maneira, nesse caso teríamos um arrendamento de R$ 1.600,00, uma diferença de R$ 500,00 por mês, ou, R$ 180 mil em 30 anos ( sem montar interesses ).
No fachada “maçã com maçã”, o certo é comparar quanto seria o financiamento de 100% do inabalável ( ainda que não haja essa escolha “oficialmente”) para desmistificar a falácia de vez. Por isso, simulei de forma que o capital financiado seja os R$ 400 mil para ficar evidente o que estou tentando mostrar.
Na nossa continha de bunda, bocado média R$ 2.930,00 em oposição a um arrendamento de R$ 1600,00. Isto fazendo a conta em cima da relação SAC ( mais comum nos financiamentos imobiliários) e desconsiderando uma série de variáveis que reforçam que não, você não pode pagar parcelas iguais ao arrendamento em um inabalável de mesmo valor.
Antes que pedras e paus comecem a flutuar, não estou dizendo o que é melhor, pior ou o que você precisa realizar. Afinal de contas, cada um precisa saber o que é melhor para si. Apenas estou dizendo que a matemática não corrobora com a asserto que ouvimos durante da vida.
Notou um detalhe na fingimento? O Esforço Permanente Completo? Bizarros 21,9% a.a. na segunda fingimento e 26,2% na primeira. Essa “ brincadeira ” vai te estar, ao fim dos 360 meses, R$ 630.641,00, em interesses, taxas, sem riscos prestamista e mais “apêndices” dessa cirurgia.
Isto sem anunciar que o banco vai lhe “ envolver ” a abrir uma conta, que similarmente terá custos, além dos impostos e custos cartoriais. Por isso, no momento em que escutar “ ao menos o financiamento está pagando uma coisa que é seu ” você agora sabe que não é bem é dessa maneira, até visto que, até findar de pagar, praticamente, o banco é seu comparsa.
E possui também o esforço de chance …
Por fim, se fizermos o palpite de quanto você deixará de passar a ter no cume dessa conta, como dizem por aí, “a conta não fecha ”. Veja o que aconteceria com aqueles R$ 120 mil de chegada aplicados durante de 30 anos a 1% ao mês, que é a rentabilidade nominal média do Repositório Selic, já descontado o IR.
A chegada se tornaria uma coisa cerca de R$ 4,3 milhões. Não, você não leu errado. Agora somemos na conta a diferença entre a bocado e o arrendamento (financiando 100%), que é de R$ 1300,00 por mês, similarmente aplicados. Resultado: R$ 8,8 milhões. Mesmo que a enfatuamento “corroa” 2/3 desse valor, você também teria R$ 2,9 milhões em princípios de hoje. Nada mal, hein?
Para experimentar ocultar todos aspectos, muita gente vai responder a revisão do arrendamento. De acordo com a FGV, o IGP-M médio dos últimos 20 anos foi de 8,27% ao ano, o que também encontra-se bastante ábdito dos 22% de esforço completo anual do financiamento somados ao esforço de chance de não adaptar o dinheiro.
Transformando isto em números, você teria reparado R$ 2,5 milhões em arrendamento. Por isso, R$ 8,8 milhões – R$ 2,5 milhões = R$ 6,3 milhões. Neste resultado, tiramos ⅔ de enfatuamento e chegamos em R$ 2,1 milhões.
Se você quiser adaptar a enfatuamento no completo, para dessa maneira ter o “ pior perspectiva possível ”, ficaria R$ 2,9 milhões – R$ 2,5 milhões ( arrendamento ), chegando a R$ 400 mil. Do ponto de ideia rigorosamente cobiçoso, a conta pode ser feita de todas as postura e o resultado será constantemente arrendamento mais moda que financiamento.
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Entendimento
Como disse no início, são várias as variáveis. O que importa aqui é que você tome sua decisão deixando velhas crenças para após, de maneira que esteja inteirado e consciente daquilo que está escolhendo para si e para sua família.
Se faz intuito financiar, seja feliz. Se faz intuito alugar, seja feliz similarmente. O que não vale é optar sem provocar tudo isto em conta. Além disso tudo, nunca decida pelo sensatez comum. Sabe os 20 caras mais ricos do mundo? Eles apenas estão lá visto que passam ( bem ) ábdito desse análogo “ sensatez comum ”. Um grande aderência e até breve.

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